‘Vivemos uma praça de guerra’, critica presidente da Alba após confusão por PEC da Previdência - Modelo de Blog Jornalístico

Últimas

Home Top Ad

Responsive Ads Here

Post Top Ad

Responsive Ads Here

03 fevereiro 2020

‘Vivemos uma praça de guerra’, critica presidente da Alba após confusão por PEC da Previdência

Nelson Leal considerou uma “selvageria” o ato de jogar ovos em deputados


O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia Nelson Leal disse, em entrevista à Rádio Metrópole hoje (3), que ficou “chocado” com a confusão que ocorreu na Casa na sexta-feira (31), durante a sessão que aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma da Previdência estadual. 

Leal afirmou nunca ter visto um protesto como o que ocorreu na Alba “em nenhum Parlamento do mundo”. Ele declarou que aceita divergências, mas considerou uma “selvageria” o ato de jogar ovos em deputados, além de invadir o plenário com gritos de ameaça e armas em punho. 
“Vivemos uma praça de guerra. Nós estávamos trabalhando e fazendo o que nos foi delegado pela urnas e fomos surpreendidos com um ato que devemos esquecer, porque a democracia não merece situação como essa”, disse. 
O chefe do Legislativo baiano relatou que o deputado Alan Sanches foi ameaçado com uma pistola e Paulo Câmara foi agredido fisicamente. O deputado Fabrício Falcão também teria sofrido “inúmeras ameaças”, segundo Leal. 

O presidente da Alba disse que dois agressores foram identificados, porém afirmou que pretender procurar o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, e o Ministério Público estadual (MP-BA) para a adoção das medidas cabíveis, também diante dos danos estruturais à Assembleia.

Apesar de toda a confusão, Leal afirma que “a Casa não se intimidou, a casa se agigantou”.  “A PEC é adequação à (reforma da) Previdência que foi votada em Brasília e estados têm até junho para concluir votações e, se não fizer, vai acabar inadimplente”, defendeu.

Ele compara a proposta, aprovada com 44 votos favoráveis e nove contra, com um “remédio amargo” que teríamos que tomar pela saúde financeira do Estado. “Ninguém fica satisfeito em levar filho para tomar injeção, mas muitas vezes ,para que a saúde seja restabelecida, tem que fazê-lo”, avaliou

por Metro1

Post Bottom Ad

Responsive Ads Here

Páginas